As ideias materializaram-se. E surgiram estas imagens que, longe de serem perfeitas, dentro dos padrões de beleza da maioria, sinto que traduzem um pouco o que esta música nos diz.
A pasta de papel é mesmo assim, irregular, e não esperávamos algo "bonitinho", agradável ao olhar. Esperávamos algo um pouco disforme e que transmitisse uma mensagem.
Acho que conseguimos.
A mão, na capa transparente, parece agarrar um farol. No entanto, ao abrir a caixa, percebe-se que era só ilusão, e que na verdade a mão nunca chegou a agarrar nada. O farol, aqui, como símbolo de algo que orienta ou, num sentido mais metafórico, como símbolo da própria vida e do seu sentido.
"Eu vi, mas não agarrei".
"Por querer mais do que a vida, sou a sombra do que eu sou. E ao fim não toquei em nada do que em mim tocou".
A pasta de papel é mesmo assim, irregular, e não esperávamos algo "bonitinho", agradável ao olhar. Esperávamos algo um pouco disforme e que transmitisse uma mensagem.
Acho que conseguimos.
A mão, na capa transparente, parece agarrar um farol. No entanto, ao abrir a caixa, percebe-se que era só ilusão, e que na verdade a mão nunca chegou a agarrar nada. O farol, aqui, como símbolo de algo que orienta ou, num sentido mais metafórico, como símbolo da própria vida e do seu sentido.
"Eu vi, mas não agarrei".
"Por querer mais do que a vida, sou a sombra do que eu sou. E ao fim não toquei em nada do que em mim tocou".


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